Os radiofármacos são medicamentos utilizados em medicina nuclear tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento de diversas doenças.
Estrutura e composição dos radiofármacos
A maior parte dos radiofármacos consiste na união de um componente radioativo, o radionuclídeo, e de uma molécula não-radioativa, que atua como ligante ou carreador. Entre os carreadores mais empregados estão anticorpos, peptídeos, ácidos nucleicos, pequenas moléculas e nanopartículas.

Com base nessa avançada engenharia médica, a Villas Boas Radiofármacos atua na produção de soluções de alta tecnologia voltadas para o diagnóstico por imagem utilizando o Flúor-18. A empresa destaca-se pelo fornecimento de produtos de alta precisão, como o 18F-FDG e o PSMA-1007-18F.
O carreador tem a função de direcionar o radionuclídeo especificamente para um determinado tipo de célula, aproveitando as características fisiológicas ou fisiopatológicas da doença.
Como funcionam os radiofármacos na Medicina Nuclear?
Já o radionuclídeo, dependendo do tipo de emissão de radiação que produz, será o responsável por viabilizar o diagnóstico ou a terapia.

Aplicação em Diagnóstico por Imagem
No diagnóstico, a emissão de radiação torna as células e tecidos de interesse visíveis em exames de imagem, como o PET-CT, permitindo a detecção e localização exata de anomalias metabólicas.
Aplicação em Terapia e Tratamento
Na terapia, radionuclídeos específicos são empregados para liberar radiação focada, visando à destruição seletiva de células patológicas, como as tumorais.



